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VIII Festival Gastronómico da Chanfana – Lousã

O VIII Festival Gastronómico da Lousã é um dos eventos âncora do calendário de animação do Concelho e que cumpre vários objectivos.

O primeiro – e mais óbvio de todos – a promoção desta fantástica iguaria que é a Chanfana, contribuindo, também, para a preservação de toda a cultura gastronómica – e não só – que lhe está associada, como por exemplo a sopa de casamento. Depois, ao associar a este Festival os produtos endógenos – como o Mel DOP Serra da Lousã – ou outros produtos de excelência, como o Licor Beirão ou a doçaria Lousanense, criamos um produto de referência, que todos os anos atrai milhares de comensais à Lousã, concorrendo assim, também, este Festival para a promoção do Concelho e da Região. Este é o segundo objectivo, a que se junta a dinamização económica – em rede e circular – de toda uma cadeia associada à restauração, que vai desde a produção até à degustação final. E finalmente, este ano, na primeira edição depois da Mesa Terras da Chanfana ter conquistado a distinção das 7 Maravilhas, este Festival marca também a colaboração saudável entre quatro Municípios na construção de uma oferta diferenciadora. São 20 Restaurantes em que se pode deliciar com a nossa Chanfana, mas que funcionam como porta de entrada para a descoberta de um Concelho e de uma Região fantástica.

 O VIII Festival Gastronómico da Chanfana decorre num dos 20 restaurantes aderentes, de 22 de fevereiro a 3 de março – organizado pela Câmara Municipal da Lousã – e apoiado pela Turismo do Centro, Aldeias do Xisto, Delta, Cooperativa Lousamel, Licor Beirão, Vinhos Quinta de Foz de Arouce e Fábrica de Pastelaria São Silvestre.

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8ª Edição da Feira do Disco de Coimbra

A 8ª Edição da Feira do Disco de Coimbra, irá decorrer nos dias 13 e 14 de Abril de 2019, nas instalações da Music Light.

Horários:
Dia 13/4, sábado: das 11 às 20h.
Dia 14/4.domingo, das 11 às 17h.

As inscrições estão abertas para expositores/vendedores.
Informações pelo telefone 917 223 381 ( Américo Silva ).
Email: musiclightlda@gmail.com

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BONIFRATES APRESENTA “O FILHO DA MÃE CONTINUA… POR AÍ”

A nova produção da Bonifrates, uma comédia baseada na trilogia «O Filho da Mãe», «O Filho da Mãe volta a atacar» e «A Vingança do Filho da Mãe», do escritor, pintor, cartoonista e humorista José Vilhena, teve a sua ante-estreia a 29 de janeiro (dia do 39.º aniversário da Bonifrates). O espectáculo estreou no dia 30, quarta-feira, pelas 21.30 horas, no Teatro-Estúdio da Bonifrates, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.

O espectáculo tem adaptação dramatúrgica e encenação de João Paulo Janicas, cenografia de José Tavares, figurinos de Cristina Janicas, música de Amílcar Cardoso e João Fragoso, luz de Nuno Patinho e vídeo de Miguel Godinho, contando em palco com 14 atores do elenco da cooperativa.
A produção teatral é acompanhada de atividades paralelas, um colóquio sobre o autor e uma exposição da sua obra gráfica, em fevereiro e março de 2019, numa parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20) da Universidade de Coimbra e a Tipografia Damasceno.

Inspirado na trilogia “O Filho da Mãe”, de José Vilhena, o espectáculo narra a estória de Justino Freitas, filho (apenas à face da lei e da moral) do comerciante e cacique da pequena aldeia beirã de Covões de Baixo, desde a sua conceção e auspiciosos primeiros anos de vida, até aos píncaros do poder na capital do Império…

Ao longo de uma fulgurante, mas meticulosa, ascensão, beneficiando e usando com mestria os expedientes do compadrio, do jogo traiçoeiro e da hipocrisia, o “nosso herói” pisa, com igual desembaraço, todos os que lhe venham à mão, de modo a, desavergonhadamente, galgar os degraus do sucesso… na escola ou no seminário, na cama alheia ou no emprego, nos negócios ou na política…”

(Notas de Encenação, João Paulo Janicas)

 A reserva de bilhetes pode ser efetuada através do email

 bonifratesbilheteira@gmail.com ou pelo telefone 916 615 388.

Os preços dos bilhetes são os seguintes: NORMAL – 7 €; ESTUDANTES, SENIORES e PROTOCOLOS – 5 €; CLUBE DE AMIGOS e GRUPOS (+ 10 elementos) – 4 €.

 Espectáculo não aconselhável a menores de 14 anos, com a duração de 2h15.

Este espectáculo encontra-se ESGOTADO até 22 de fevereiro. Vimos, pois, anunciar as novas datas, durante o mês de março: 8 (sexta), 13 (quarta), 15 (sexta), 20 (quarta), 22 (sexta), 23 (sábado), 27 (quarta – Dia Mundial do Teatro) e 29 (sexta), sempre às 21h30.

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Programação do IV Ciclo de Concertos de Coimbra

A quarta edição do CCC, de 15 a 17 de março, proporciona “uma programação plural, contando com dez concertos espalhados pela cidade de Coimbra”, disse hoje à agência Lusa o diretor artístico do festival, Tiago Nunes.

Subordinada ao tema “A cidade mágica” e organizada pela associação Cultur X, a iniciativa propõe-se “recordar Coimbra através da música, o papel importantíssimo que teve na transmissão do conhecimento”, e encerra no dia 17 com uma homenagem a Amália Rodrigues para assinalar os 20 anos da morte da fadista.

Esta evocação de Amália conta com a participação do Alma de Coimbra, coro e grupo de fados, com direção do maestro Augusto Mesquita.

 

O auditório do Conservatório de Música de Coimbra acolhe os três principais concertos, com Adriano Jordão (21:00), pianista António Victorino de Almeida (21:00) e Alma de Coimbra (18:00), todos no auditório do Conservatório de Música da cidade, nos 15, 16 e 17, respetivamente.

Os restantes espetáculos são apresentados em diferentes espaços da cidade do Mondego: Sé Velha, Igreja de Santa Cruz, Museu Nacional Machado de Castro e Fundação Bissaya Barreto.

O IV Ciclo de Concertos de Coimbra conta com apoios da Fundação Millenium, Banco Crédito Agrícola, Critical Software e Câmara Municipal de Coimbra.

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E SE 16 – Metrobus, o metro que já não é comboio, mas é promessa de BUS.

O “E se…” dirige-se neste episódio aos habitantes de Coimbra e da região de Coimbra para que exijam que seja desta vez que o Metro sai do papel. Desde 1996 que se promete uma solução de mobilidade para Coimbra. Vários milhões de euros depois, recuos e avanços, com várias “soluções” estudadas vezes sem conta, e abandonadas também vezes sem conta, num processo em que se destruiu o velho comboio que existia, Coimbra não tem uma solução de mobilidade. Agora anuncia-se uma solução em formato de loja de chinês, isto é, um Metrobus. O Governo, jurando a pés juntos que não nada tem de eleitoralista, anuncia que tem 120 milhões de euros para a “obra”: 85 milhões para o BUS, 15 milhões para a Estação de Coimbra-B e 20 milhões para material circulante. Eh! lá!, dizem os mais desconfiados. Como é que um Governo que anunciou 2,7 mil milhões para modernizar a Ferrovia Nacional e só executou 160 milhões (7%), vai agora gastar 120 milhões em Coimbra? Se aplicar-mos a mesma taxa de execução estamos a falar de 8,4 milhões de euros…
O “E Se…” alerta para isso e desafia todos a exigirem ao Governo, à CCDRC e a Manuel Machado que cumpram a sua palavra e construam o metro: Eh! pá, construam o BUS, Porra!

Congresso Internacional Sobre o Envelhecimento – 25, 26, 27, e 28 de maio

A ANGES- Associação Nacional de Gerontologia Social (sediada na Escola Superior de Educação de Coimbra), em colaboração com INTERTECH, Unidade de I&D das Universidades de Valência e Politécnica de Valência e com um conjunto de instituições e universidades de várias nacionalidades, está a organizar um importante evento sobre envelhecimento e educação, oAGEINGCONGRESS2019 – Congresso Internacional Sobre o Envelhecimento, o I Encontro Luso Brasileiro de Educação Social e a I Feira de Envelhecimento, Saúde e Tecnologias, que ocorrerá no campus do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra,  nos dias 25, 26, 27,  e 28 de maio de 2019.

Veja o programa do evento aqui

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Convento São Francisco acolheu concerto da orquestra comunitária ‘NÓS 19’

https://www.youtube.com/watch?v=kGZktlPp1zE&t=1735s

O grande auditório do Convento São Francisco esgotou para receber no passado dia 12 de janeiro, o concerto da orquestra comunitário ‘NÓS 19’, que é composta por elementos oriundos dos 19 municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.

Liderada pelo maestro inglês Tim Steiner, esta orquestra integra elementos de várias faixas etárias, amadores ou profissionais e instrumentos que vão das concertinas à harpa ou à guitarra elétrica. Toda esta diversidade trouxe ao palco do grande auditório do Convento São Francisco um espetáculo diferente e imprevisível.

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4 edição do Ciclo de Concertos de Coimbra, de 15 a 17 de março

A quarta edição do CCC, de 15 a 17 de março, proporciona “uma programação plural, contando com dez concertos espalhados pela cidade de Coimbra”, disse hoje à agência Lusa o diretor artístico do festival, Tiago Nunes.

Subordinada ao tema “A cidade mágica” e organizada pela associação Cultur X, a iniciativa propõe-se “recordar Coimbra através da música, o papel importantíssimo que teve na transmissão do conhecimento”, e encerra no dia 17 com uma homenagem a Amália Rodrigues para assinalar os 20 anos da morte da fadista.

Esta evocação de Amália conta com a participação do Alma de Coimbra, coro e grupo de fados, com direção do maestro Augusto Mesquita.

“Vamos oferecer à cidade nove de dez espetáculos totalmente gratuitos, para assim despertar novamente Coimbra através de concertos que reunirão toda a família à volta da arte”, no terceiro fim de semana de março, adiantou.

Para o jovem pianista Tiago Nunes, de 24 anos, “a desculpa de que a cultura é cara não será motivo para o público de Coimbra não participar neste ciclo repleto de magia”.

O auditório do Conservatório de Música de Coimbra acolhe os três principais concertos, com Adriano Jordão (21:00), pianista António Victorino de Almeida (21:00) e Alma de Coimbra (18:00), todos no auditório do Conservatório de Música da cidade, nos 15, 16 e 17, respetivamente.

Os restantes espetáculos são apresentados em diferentes espaços da cidade do Mondego: Sé Velha, Igreja de Santa Cruz, Museu Nacional Machado de Castro e Fundação Bissaya Barreto.

O IV Ciclo de Concertos de Coimbra conta com apoios da Fundação Millenium, Banco Crédito Agrícola, Critical Software e Câmara Municipal de Coimbra.

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FILARMÓNICA UNIÃO TAVEIRENSE 1869 • 2019 – 150 Anos

Esta “velhíssima” Filarmónica foi fundada em 21 de Abril de 1869, no que era então uma pequena aldeia rural dos arredores de Coimbra na margem esquerda do Rio Mondego. Esta Filarmónica tem pautado por manter-se fiel aos objectivos definidos pelos seus fundadores, Padre João Pessoa Godinho e D. Duarte de Mello (Visconde de Taveiro), “ … o ensino e a divulgação da música e promover e incentivar outras actividades culturais…”. Com mais de um século e um quarto de actividade, esta colectividade foi titulada, no reinado de D. Manuel II, de Real Philarmónica União Taveirense. É desde 1969 membro honorário da Comenda de Ordem de Benemerência (atribuída pela Presidência da Republica); recebeu a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Coimbra (25 Abril 1995). É também desde 1997 reconhecida como Instituição de Utilidade Pública (Presidência do Conselho de Ministros). Ao longo dos anos foram várias as adversidades, mas a vontade de fazer Música e de cultivar a Amizade foi mais forte mantendo a instituição “viva”. Após vários Regentes e Maestros… e porque a vida presenteia os pequenos com grandes homens, surge o Maestro Sílvio Rajado (pai), que com o seu empenho, dedicação e trabalho eleva pouco a pouco o potencial artístico da Banda. Mantendo a Escola de Música em pleno funcionamento, este Maestro, forma os elementos que vieram a rejuvenescer e a valorizar a Banda, nos anos 60, 70 e 80. Esta antiga Escola, ao longo dos anos, tem sido o alfobre de centenas de executantes, que têm prosseguido os seus estudos em Conservatórios e/ou Escolas Superiores. Estes músicos continuam maioritariamente na banda, sendo alguns Professores de Música e/ou Instrumentistas de prestigiados agrupamentos. Mais tarde, e por impossibilidades, o Maestro Sílvio Rajado (pai) “passa” o testemunho ao seu filho Sílvio Rajado, que deu uma excelente continuidade ao trabalho feito por seu pai, alargando os horizontes e criando novos objectivos e motivações, conferindo à Banda uma qualidade invejável na Região. O tempo foi decorrendo e novos desafios se colocaram a esta centenária instituição, a criação de uma Orquestra Ligeira; posteriormente de uma Big Band; a formação de uma Banda Juvenil; o aperfeiçoamento do grau de execução dos músicos; a elevação do nível artístico; o melhoramento do repertório e do tipo de apresentações públicas, foram alguns dos pontos que mereceram a atenção das diversas direcções, que recorreram a credenciados Maestros, (Sargento Ajudante Agante Ferreira, 1.º Sargento Jorge Pereira e Tenente João Oliveira – Chefe de Banda de Música do Exército), e a novos métodos de trabalho. Já sob a orientação do Maestro João Paulo Fernandes, a 1 de Outubro de 2005, participou no 1.º Concurso Nacional de Bandas – Cidade de Aveiro, arrebatando um incontestável 1.º Lugar. E é em 2005 que também “nasce” o seu primeiro CD intitulado de FUTSUITE, este trabalho apresenta uma escolha cuidada de repertório, sendo na sua maioria composto por obras escritas originalmente para este tipo de formação. – “ …É um trabalho bem pensado, com uma estética e uma estruturação rara nas bandas portuguesas.” – “Em relação à qualidade da Banda fiquei muito surpreendido! É excelente para uma banda não profissional. Não tenho dúvidas de que foi o CD de Banda não militar que mais gostei de ouvir” Jorge Salgueiro – Compositor. -“ …O CD da Filarmónica União Taveirense está realmente bem produzido e tem uma apresentação musical excelente.” Dr James W. Hebert – Maestro e fundador da Pennsylvania Pops Orchestra (EUA) e presidente/director executivo da Music Maestro Please Festivals & Tours. Hoje em dia a Banda dispõe de um invejável potencial humano-artístico, com grande formação e currículo musical, maioritariamente jovem, que permite, para além das tradicionais procissões e desfiles, apresentar outro tipo de trabalhos mais elaborados e exigentes. As centenas de actuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País. As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País. Esta colectividade tem desenvolvido um trabalho louvável em prol da juventude e da população em geral, não só da freguesia mas também das localidades vizinhas, ocupando e valorizando os tempos livres dos jovens, promovendo vários Estágios e Masterclasses; renovando e valorizando constantemente o repertório da Banda e Banda Juvenil; apurando o nível artístico dos seus elementos e sensibilizando as populações para o trabalho meritório e esforçado deste tipo de colectividades.

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