Arquivo da Categoria: Teatro

Vigésimo Oitavo (2017)

Vigésimo Oitavo é um projeto performativo da Bonifrates-Júnior, integrado na XIX Semana Cultural da Universidade de Coimbra. O seu título alude ao artigo sobre a educação da Convenção sobre os Direitos da Criança e lança uma provocação sobre o valor que a escola tem (ou não tem) no mundo atual – aos que a proíbem, aos que a vendem, aos que a desprezam, aos que a perdem, aos que se perdem nela…

Foi construído com os jovens atores a partir de material informal, jornalístico, literário e fílmico, e com referências a personalidades reais, como Malala Yousafzai, Marjane Satrapi e Zlata Filipovic, e a personagens ficcionais de obras de J.D. Salinger, J. K. Rolling, Nick Hornby, Peter Weir e Soeiro Pereira Gomes, entre outros.

A versão atual de Vigésimo Oitavo foi filmada e apresentada em performances parciais, entre 27 de fevereiro e 6 de março, em espaços da Alta de Coimbra e da Universidade de Coimbra, e numa performance final a 8 de abril, no Anfiteatro 3, do Colégio de S. Bento.

Está em curso a preparação da versão 2.0 de Vigésimo Oitavo.

Criação da Bonifrates júnior
com direção de João Paulo Janicas

março, 3 (sábado) – 18h
março, 9 (sexta) – 21h45
março, 10 (sábado) – 18h
março, 16 (sexta) – 21h45
março, 17 (sábado) – 18h

APOIO: Coimbra Canal

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Fernando Taborda – artesão de histórias num palco de palavras

EXPOSIÇÃO
Fernando Taborda
artesão de histórias
num palco de palavras
Casa Municipal
da Cultura
de Coimbra
Galeria Pinho Dinis

22.01.2018 a 28.02.2018

Esta exposição é uma homenagem ao Fernando Taborda.
É também um primeiro retrato documental do percurso artístico e
pessoal do ator e do homem.
O foco principal da apresentação do Fernando Taborda nesta
exposição é o teatro, em especial, as produções em que participou
na Bonifrates. A partir delas procura-se dar a conhecer outras
facetas da sua atividade artística e pessoal, desde o cinema à vida
associativa e sindical, das experiências de juventude à guerra
colonial, das recordações de família às memórias de amigos…
Assim, a exposição propõe um percurso por vários núcleos temáticos,
os quais servem de motivos e motes organizadores do conjunto das
peças teatrais evocadas:
DAS FAMÍLIAS
A Família Dupond, (1997),
de Alicia Guerra,
com encenação de João Maria André
O Médico à Força (2008), de Molière,
com encenação de João Paulo Janicas
O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (2003),
a partir de Jorge Amado e Daniel Filipe,
com dramaturgia e encenação de João Paulo Janicas
PALAVRAS DE LIBERDADE
Eu não sou o Rappaport (2004), de Herb Gardner,
com encenação de João Maria André
Fly By, (1995), de Alfonso Vallejo,
com encenação de João Maria André

O ATOR: A SEDUÇÃO E O PODER
O Escurial (1989), de Ghelderode,
com encenação de José Oliveira Barata
A Vida do Grande D. Quixote de la Mancha
e do Gordo Sancho Pança (1991),
de António José da Silva, com encenação de José Oliveira Barata
D. Juan (1998), de Molière, com encenação de José Oliveira Barata
EM LUTA POR UM OUTRO PAÍS
No país dos matraquilhos (1996),
dramaturgia de João Maria André
e direção musical de Amílcar Cardoso
Os homens e as suas sombras (1990),
de Alfonso Sastre,
com encenação de José Oliveira Barata
60 minutos com Brecht (2005),
a partir de Bertold Brecht,
com adaptação e encenação de Clovis Levi
(Produção de Margarida Mendes Silva)
DAS MEMÓRIAS
Os últimos dias de Emanuel Kant (2012),
de Alfonso Sastre, com encenação de Sílvia Brito
Hysteria (2008),
de Terry Johnson, com encenação de José Geraldo
(Produção de Margarida Mendes Silva)
Tão alegres que viemos! (2010),
com versão dramatúrgica de João Maria André,
Ideia cénica e encenação de João Paulo Janicas

 

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taborda

Mariana Pineda, pela Bonifrates

bonifrates

O espectáculo, inserido na programação dos “150 ANOS DA ABOLIÇÃO DA PENA DE MORTE EM PORTUGAL (1867-2017)”, tem estreia no próximo dia 14 de novembro, pelas 21.45 horas, na sua Teatro-Estúdio da Bonifrates, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.

Como hino à liberdade e hino ao amor, Mariana Pineda, peça e personagem, são também um hino à resistência de que se faz a revolução: uma resistência que se acende na solidariedade e na confiança, que se afirma no enfrentamento da autoridade e que se consuma na solidão a que apenas os acordes de um convento e o olhar das freiras empresta ainda a luz de alguma presença reconfortante. Mariana é uma resistente, sozinha e até ao fim: “Eu sou a liberdade ferida pelos homens! Amor, amor, amor e eternas saudades.”
(João Maria André, Nota de Encenação)

ÚLTIMOS ESPECTÁCULOS – janeiro: 11, 12, 25, 26 e 29
(sempre às 21h45)

A reserva de bilhetes pode ser efetuada através do email bonifratesbilheteira@gmail.com ou pelo telefone 916 615 388. Os preços dos bilhetes são os seguintes: NORMAL – 7 €; ESTUDANTES, SENIORES e PROTOCOLOS – 5 €; CLUBE DE AMIGOS e GRUPOS (+ 10 elementos) – 4 €.

APOIO: Coimbra Canal

“Vigésimo Oitavo”, na Blackbox do Convento São Francisco

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“Vigésimo Oitavo”, na Blackbox do Convento São Francisco, nos dias 19 (21h30) e 20 (16h00) de janeiro de 2018.

“Vigésimo Oitavo” é uma criação performativa, composta por filmes e cenas em palco, protagonizada por atores entre os sete e os dezoito anos, com guião e direção de João Paulo Janicas, vídeos de Miguel Godinho e banda sonora de Amílcar Cardoso.

Tomando como referência o artigo sobre a educação da Convenção sobre os Direitos da Criança e inspirando-se no gesto (utópico?) de Malala Yousafzai (“uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo”), “Vigésimo Oitavo” lança uma provocação sobre o valor que a escola tem (ou não tem) no mundo atual, aos que a proíbem, aos que a vendem, aos que a desprezam, aos que a perdem, aos que se perdem nela…

Bilheteira do Convento São Francisco
Horário de Funcionamento: diariamente entre as 15h00 e as 20h00
Telefone: 239 857 191
Email: bilheteira@coimbraconvento.pt

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