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‘PEDRO E INÊS’ NOMEADO NOS PRINCIPAIS FESTIVAIS DA AMÉRICA LATINA E PRÉMIOS SOPHIA

‘Pedro e Inês’ o filme português mais visto de 2018, realizado por António Ferreira e protagonizado por Diogo Amaral e Joana de Verona, está nas seleções oficiais dos 35o CLFF
– Chicago Latino Film Festival (que decorre de 28 de março a 11 de abril) e 8o IFF Panamá – International Film Festival do Panamá (que decorre de 4 a 10 de abril), na Shortlist dos Prémios Platino e nomeado em 10 categorias para os Prémios Sophia.
O International Latino Cultural Center of Chicago, entidade que organiza o 35o CLFF – Chicago Latino Film Festival é uma organização pan-latina, sem fins lucrativos, multidisciplinar dedicada ao desenvolvimento, promoção e conscientização das culturas latinas entre os latinos e outras comunidades, apresentando uma ampla variedade de formas de arte e educação, incluindo cinema, música, dança, artes visuais, comédia e teatro.
O IFF Panamá é um dos festivais emergentes da América Latina, com uma seleção de cinema de grande qualidade, que em parceria com o Marché du Film de Cannes, se transformou numa plataforma de lançamento mundial de grande importância. ‘Pedro e Inês’ está selecionado na secção ‘Portal Iberoamericano’.

‘Pedro e Inês’ está também na shortlist dos Prémios Platino, evento que premeia o cinema Ibero-Americano composto por 23 países, com uma produção de 874 filmes em 2018.

O filme está na shortlist de 20 filmes nas categorias de Melhor Filme Iberoamericano de Ficção, Melhor Montagem e Melhor Interpretação Masculina (Diogo Amaral). Trata-se do único filme português ainda na corrida para o prémio de Melhor Filme. A cerimónia de entrega de prémios decorrerá no dia 12 de maio na Riviera Maya, México.
‘Pedro e Inês’ encontra-se nomeado em 10 categorias dos Prémios Sophia da Academia Portuguesa de Cinema, incluindo Melhor Realizador, Melhor Ator Principal, Melhor Atriz Principal e
Melhor Ator Secundário. Os vencedores serão conhecidos na cerimónia a decorrer no Casino do Estoril no próximo dia 24 de março com transmissão na RTP2.
O filme será editado em DVD e nas plataformas de streaming em todos os videoclubes das operadoras NOS, MEO, VODAFONE e NOWO no próximo dia 27 de março. Em julho de 2019, o filme irá estrear em mais de 30 salas no Brasil com distribuição da Pandora Filmes (Brasil).

Links Festivais:
CLFF CHICAGO: https://chicagolatinofilmfestival.org/films/
IFF PANAMÁ: http://www.iffpanama.org/peliculas
PRÉMIOS PLATINO: http://premiosplatino.com/PPla_Candidaturas.aspx
PRÉMIOS SOPHIA: https://www.academiadecinema.pt/nomeados-aos-premios-sophia-2019/

Sobre a Persona Non Grata Pictures
Fundada em 1999, a PERSONA NON GRATA PICTURES já produziu mais de 30 filmes da ficção ao documentário, em coprodução com diversos países – Brasil, Argentina, Equador, Portugal, Espanha, França, Alemanha e Moçambique.
O caráter internacional dos nossos filmes tem permitido uma grande circulação em festivais de todo o mundo,
bem como a exibição nos circuitos comerciais das salas de cinemas e televisão.
Os nossos filmes refletem a cultura, o pensar e o imaginário dos países de origem, através da visão dos seus criadores, produzindo obras com cunho autoral e de estreita ligação com o público.
Privilegiamos projetos com apelo internacional através de coproduções, onde os nossos filmes têm beneficiado nos últimos anos do apoio das instituições internacionais como o Ibermedia, Media, ICA (pt), ANCINE (br) e CNC (fr).
A PNG PICTURES é dirigida pelos produtores Tathiani Sacilotto e António Ferreira.

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Cantar de Emigração – Diogo Mendes

Cantar de Emigração (Rosalía de Castro | José Niza)

Guitarra Portuguesa: Diogo Mendes

Viola de Acompanhamento: João Ferreira

Voz: Ricardo Liz Almeida & Tiago Nogueira

Arranjo: João Ferreira & Diogo Mendes

Gravado no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra

Captação e Mistura: Gonçalo Rui

Masterização: Gonçalo Rui

Produção: Diogo Mendes

Vídeo: Tiago Cerveira

Design: Catarina Parente

Agradecimentos: Câmara Municipal de Tábua, Alfaiataria Lusa

VIII Festival Gastronómico da Chanfana – Lousã

O VIII Festival Gastronómico da Lousã é um dos eventos âncora do calendário de animação do Concelho e que cumpre vários objectivos.

O primeiro – e mais óbvio de todos – a promoção desta fantástica iguaria que é a Chanfana, contribuindo, também, para a preservação de toda a cultura gastronómica – e não só – que lhe está associada, como por exemplo a sopa de casamento. Depois, ao associar a este Festival os produtos endógenos – como o Mel DOP Serra da Lousã – ou outros produtos de excelência, como o Licor Beirão ou a doçaria Lousanense, criamos um produto de referência, que todos os anos atrai milhares de comensais à Lousã, concorrendo assim, também, este Festival para a promoção do Concelho e da Região. Este é o segundo objectivo, a que se junta a dinamização económica – em rede e circular – de toda uma cadeia associada à restauração, que vai desde a produção até à degustação final. E finalmente, este ano, na primeira edição depois da Mesa Terras da Chanfana ter conquistado a distinção das 7 Maravilhas, este Festival marca também a colaboração saudável entre quatro Municípios na construção de uma oferta diferenciadora. São 20 Restaurantes em que se pode deliciar com a nossa Chanfana, mas que funcionam como porta de entrada para a descoberta de um Concelho e de uma Região fantástica.

 O VIII Festival Gastronómico da Chanfana decorre num dos 20 restaurantes aderentes, de 22 de fevereiro a 3 de março – organizado pela Câmara Municipal da Lousã – e apoiado pela Turismo do Centro, Aldeias do Xisto, Delta, Cooperativa Lousamel, Licor Beirão, Vinhos Quinta de Foz de Arouce e Fábrica de Pastelaria São Silvestre.

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8ª Edição da Feira do Disco de Coimbra

A 8ª Edição da Feira do Disco de Coimbra, irá decorrer nos dias 13 e 14 de Abril de 2019, nas instalações da Music Light.

Horários:
Dia 13/4, sábado: das 11 às 20h.
Dia 14/4.domingo, das 11 às 17h.

As inscrições estão abertas para expositores/vendedores.
Informações pelo telefone 917 223 381 ( Américo Silva ).
Email: musiclightlda@gmail.com

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BONIFRATES APRESENTA “O FILHO DA MÃE CONTINUA… POR AÍ”

A nova produção da Bonifrates, uma comédia baseada na trilogia «O Filho da Mãe», «O Filho da Mãe volta a atacar» e «A Vingança do Filho da Mãe», do escritor, pintor, cartoonista e humorista José Vilhena, teve a sua ante-estreia a 29 de janeiro (dia do 39.º aniversário da Bonifrates). O espectáculo estreou no dia 30, quarta-feira, pelas 21.30 horas, no Teatro-Estúdio da Bonifrates, na Casa Municipal da Cultura de Coimbra.

O espectáculo tem adaptação dramatúrgica e encenação de João Paulo Janicas, cenografia de José Tavares, figurinos de Cristina Janicas, música de Amílcar Cardoso e João Fragoso, luz de Nuno Patinho e vídeo de Miguel Godinho, contando em palco com 14 atores do elenco da cooperativa.
A produção teatral é acompanhada de atividades paralelas, um colóquio sobre o autor e uma exposição da sua obra gráfica, em fevereiro e março de 2019, numa parceria com o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20) da Universidade de Coimbra e a Tipografia Damasceno.

Inspirado na trilogia “O Filho da Mãe”, de José Vilhena, o espectáculo narra a estória de Justino Freitas, filho (apenas à face da lei e da moral) do comerciante e cacique da pequena aldeia beirã de Covões de Baixo, desde a sua conceção e auspiciosos primeiros anos de vida, até aos píncaros do poder na capital do Império…

Ao longo de uma fulgurante, mas meticulosa, ascensão, beneficiando e usando com mestria os expedientes do compadrio, do jogo traiçoeiro e da hipocrisia, o “nosso herói” pisa, com igual desembaraço, todos os que lhe venham à mão, de modo a, desavergonhadamente, galgar os degraus do sucesso… na escola ou no seminário, na cama alheia ou no emprego, nos negócios ou na política…”

(Notas de Encenação, João Paulo Janicas)

 A reserva de bilhetes pode ser efetuada através do email

 bonifratesbilheteira@gmail.com ou pelo telefone 916 615 388.

Os preços dos bilhetes são os seguintes: NORMAL – 7 €; ESTUDANTES, SENIORES e PROTOCOLOS – 5 €; CLUBE DE AMIGOS e GRUPOS (+ 10 elementos) – 4 €.

 Espectáculo não aconselhável a menores de 14 anos, com a duração de 2h15.

Este espectáculo encontra-se ESGOTADO até 22 de fevereiro. Vimos, pois, anunciar as novas datas, durante o mês de março: 8 (sexta), 13 (quarta), 15 (sexta), 20 (quarta), 22 (sexta), 23 (sábado), 27 (quarta – Dia Mundial do Teatro) e 29 (sexta), sempre às 21h30.

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Programação do IV Ciclo de Concertos de Coimbra

A quarta edição do CCC, de 15 a 17 de março, proporciona “uma programação plural, contando com dez concertos espalhados pela cidade de Coimbra”, disse hoje à agência Lusa o diretor artístico do festival, Tiago Nunes.

Subordinada ao tema “A cidade mágica” e organizada pela associação Cultur X, a iniciativa propõe-se “recordar Coimbra através da música, o papel importantíssimo que teve na transmissão do conhecimento”, e encerra no dia 17 com uma homenagem a Amália Rodrigues para assinalar os 20 anos da morte da fadista.

Esta evocação de Amália conta com a participação do Alma de Coimbra, coro e grupo de fados, com direção do maestro Augusto Mesquita.

 

O auditório do Conservatório de Música de Coimbra acolhe os três principais concertos, com Adriano Jordão (21:00), pianista António Victorino de Almeida (21:00) e Alma de Coimbra (18:00), todos no auditório do Conservatório de Música da cidade, nos 15, 16 e 17, respetivamente.

Os restantes espetáculos são apresentados em diferentes espaços da cidade do Mondego: Sé Velha, Igreja de Santa Cruz, Museu Nacional Machado de Castro e Fundação Bissaya Barreto.

O IV Ciclo de Concertos de Coimbra conta com apoios da Fundação Millenium, Banco Crédito Agrícola, Critical Software e Câmara Municipal de Coimbra.

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E SE 16 – Metrobus, o metro que já não é comboio, mas é promessa de BUS.

O “E se…” dirige-se neste episódio aos habitantes de Coimbra e da região de Coimbra para que exijam que seja desta vez que o Metro sai do papel. Desde 1996 que se promete uma solução de mobilidade para Coimbra. Vários milhões de euros depois, recuos e avanços, com várias “soluções” estudadas vezes sem conta, e abandonadas também vezes sem conta, num processo em que se destruiu o velho comboio que existia, Coimbra não tem uma solução de mobilidade. Agora anuncia-se uma solução em formato de loja de chinês, isto é, um Metrobus. O Governo, jurando a pés juntos que não nada tem de eleitoralista, anuncia que tem 120 milhões de euros para a “obra”: 85 milhões para o BUS, 15 milhões para a Estação de Coimbra-B e 20 milhões para material circulante. Eh! lá!, dizem os mais desconfiados. Como é que um Governo que anunciou 2,7 mil milhões para modernizar a Ferrovia Nacional e só executou 160 milhões (7%), vai agora gastar 120 milhões em Coimbra? Se aplicar-mos a mesma taxa de execução estamos a falar de 8,4 milhões de euros…
O “E Se…” alerta para isso e desafia todos a exigirem ao Governo, à CCDRC e a Manuel Machado que cumpram a sua palavra e construam o metro: Eh! pá, construam o BUS, Porra!