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Convento São Francisco acolheu concerto da orquestra comunitária ‘NÓS 19’

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O grande auditório do Convento São Francisco esgotou para receber no passado dia 12 de janeiro, o concerto da orquestra comunitário ‘NÓS 19’, que é composta por elementos oriundos dos 19 municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.

Liderada pelo maestro inglês Tim Steiner, esta orquestra integra elementos de várias faixas etárias, amadores ou profissionais e instrumentos que vão das concertinas à harpa ou à guitarra elétrica. Toda esta diversidade trouxe ao palco do grande auditório do Convento São Francisco um espetáculo diferente e imprevisível.

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4 edição do Ciclo de Concertos de Coimbra, de 15 a 17 de março

A quarta edição do CCC, de 15 a 17 de março, proporciona “uma programação plural, contando com dez concertos espalhados pela cidade de Coimbra”, disse hoje à agência Lusa o diretor artístico do festival, Tiago Nunes.

Subordinada ao tema “A cidade mágica” e organizada pela associação Cultur X, a iniciativa propõe-se “recordar Coimbra através da música, o papel importantíssimo que teve na transmissão do conhecimento”, e encerra no dia 17 com uma homenagem a Amália Rodrigues para assinalar os 20 anos da morte da fadista.

Esta evocação de Amália conta com a participação do Alma de Coimbra, coro e grupo de fados, com direção do maestro Augusto Mesquita.

“Vamos oferecer à cidade nove de dez espetáculos totalmente gratuitos, para assim despertar novamente Coimbra através de concertos que reunirão toda a família à volta da arte”, no terceiro fim de semana de março, adiantou.

Para o jovem pianista Tiago Nunes, de 24 anos, “a desculpa de que a cultura é cara não será motivo para o público de Coimbra não participar neste ciclo repleto de magia”.

O auditório do Conservatório de Música de Coimbra acolhe os três principais concertos, com Adriano Jordão (21:00), pianista António Victorino de Almeida (21:00) e Alma de Coimbra (18:00), todos no auditório do Conservatório de Música da cidade, nos 15, 16 e 17, respetivamente.

Os restantes espetáculos são apresentados em diferentes espaços da cidade do Mondego: Sé Velha, Igreja de Santa Cruz, Museu Nacional Machado de Castro e Fundação Bissaya Barreto.

O IV Ciclo de Concertos de Coimbra conta com apoios da Fundação Millenium, Banco Crédito Agrícola, Critical Software e Câmara Municipal de Coimbra.

APOIO: Coimbra Canal

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Utopias | 50 Anos da APPACDM Coimbra

UTOPIAS é o primeiro evento de celebração dos 50 anos da APPACDM de Coimbra! O evento conta com oito personalidades a discutir utopias, sonhos e muitos mais e tem lugar no dia 12 de janeiro, pelas 17h, no TAGV.

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Coimbra celebra, em 2019, o seu 50º aniversário.
Durante este ano, a APPACDM de Coimbra vai realizar um evento por mês, celebrando por 12 vezes o seu aniversário.
O ano inicia-se com o evento UTOPIAS, uma sessão-debate com várias personalidades públicas portuguesas com relevância nas mais diversas áreas: empreendedorismo, cultura, turismo, ciência, literatura, ecologia, que irão falar sobre um tema em comum a todas elas: Utopias.

O tema escolhido tem um significado muito importante para a instituição: Utopias. Na APPACDM de Coimbra, a nossa “cidade ideal”, a nossa utopia, é que um dia existirá uma sociedade onde o cidadão com deficiência mental tenha condições para atingir a sua plenitude como ser humano e social. Venham descobrir como utopias tão diferentes resultaram em casos de sucesso, quais as convicções a ambições que motivaram os nossos convidados a sonhar alto, a pensar além, e talvez encontrem também alento para transformar as vossas utopias em algo real!

UTOPIAS tem lugar no dia 12 de janeiro, pelas 17h, no TAGV.
A moderação estará a cargo de Inês Lopes Gonçalves – 5 Para a Meia Noite e tem como convidados:

Ana Paula Pais | Diretora da Rede de Escolas de Hotelaria e Turismo em Portugal
Carlos Fiolhais | Físico da Universidade de Coimbra
Diana Andringa | Jornalista
Fernando Seabra Santos | Ex-reitor da Universidade de Coimbra
Lurdes Breda | Escritora
José Redondo | Gerente da Licor Beirão
Eduardo Rêgo | BBC Vida Selvagem

Entrada gratuita

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FILARMÓNICA UNIÃO TAVEIRENSE 1869 • 2019 – 150 Anos

Esta “velhíssima” Filarmónica foi fundada em 21 de Abril de 1869, no que era então uma pequena aldeia rural dos arredores de Coimbra na margem esquerda do Rio Mondego. Esta Filarmónica tem pautado por manter-se fiel aos objectivos definidos pelos seus fundadores, Padre João Pessoa Godinho e D. Duarte de Mello (Visconde de Taveiro), “ … o ensino e a divulgação da música e promover e incentivar outras actividades culturais…”. Com mais de um século e um quarto de actividade, esta colectividade foi titulada, no reinado de D. Manuel II, de Real Philarmónica União Taveirense. É desde 1969 membro honorário da Comenda de Ordem de Benemerência (atribuída pela Presidência da Republica); recebeu a Medalha de Mérito Cultural da Câmara Municipal de Coimbra (25 Abril 1995). É também desde 1997 reconhecida como Instituição de Utilidade Pública (Presidência do Conselho de Ministros). Ao longo dos anos foram várias as adversidades, mas a vontade de fazer Música e de cultivar a Amizade foi mais forte mantendo a instituição “viva”. Após vários Regentes e Maestros… e porque a vida presenteia os pequenos com grandes homens, surge o Maestro Sílvio Rajado (pai), que com o seu empenho, dedicação e trabalho eleva pouco a pouco o potencial artístico da Banda. Mantendo a Escola de Música em pleno funcionamento, este Maestro, forma os elementos que vieram a rejuvenescer e a valorizar a Banda, nos anos 60, 70 e 80. Esta antiga Escola, ao longo dos anos, tem sido o alfobre de centenas de executantes, que têm prosseguido os seus estudos em Conservatórios e/ou Escolas Superiores. Estes músicos continuam maioritariamente na banda, sendo alguns Professores de Música e/ou Instrumentistas de prestigiados agrupamentos. Mais tarde, e por impossibilidades, o Maestro Sílvio Rajado (pai) “passa” o testemunho ao seu filho Sílvio Rajado, que deu uma excelente continuidade ao trabalho feito por seu pai, alargando os horizontes e criando novos objectivos e motivações, conferindo à Banda uma qualidade invejável na Região. O tempo foi decorrendo e novos desafios se colocaram a esta centenária instituição, a criação de uma Orquestra Ligeira; posteriormente de uma Big Band; a formação de uma Banda Juvenil; o aperfeiçoamento do grau de execução dos músicos; a elevação do nível artístico; o melhoramento do repertório e do tipo de apresentações públicas, foram alguns dos pontos que mereceram a atenção das diversas direcções, que recorreram a credenciados Maestros, (Sargento Ajudante Agante Ferreira, 1.º Sargento Jorge Pereira e Tenente João Oliveira – Chefe de Banda de Música do Exército), e a novos métodos de trabalho. Já sob a orientação do Maestro João Paulo Fernandes, a 1 de Outubro de 2005, participou no 1.º Concurso Nacional de Bandas – Cidade de Aveiro, arrebatando um incontestável 1.º Lugar. E é em 2005 que também “nasce” o seu primeiro CD intitulado de FUTSUITE, este trabalho apresenta uma escolha cuidada de repertório, sendo na sua maioria composto por obras escritas originalmente para este tipo de formação. – “ …É um trabalho bem pensado, com uma estética e uma estruturação rara nas bandas portuguesas.” – “Em relação à qualidade da Banda fiquei muito surpreendido! É excelente para uma banda não profissional. Não tenho dúvidas de que foi o CD de Banda não militar que mais gostei de ouvir” Jorge Salgueiro – Compositor. -“ …O CD da Filarmónica União Taveirense está realmente bem produzido e tem uma apresentação musical excelente.” Dr James W. Hebert – Maestro e fundador da Pennsylvania Pops Orchestra (EUA) e presidente/director executivo da Music Maestro Please Festivals & Tours. Hoje em dia a Banda dispõe de um invejável potencial humano-artístico, com grande formação e currículo musical, maioritariamente jovem, que permite, para além das tradicionais procissões e desfiles, apresentar outro tipo de trabalhos mais elaborados e exigentes. As centenas de actuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País. As centenas de atuações, nos mais diversos pontos do país (incluindo Açores e Madeira) e no estrangeiro (Espanha, Luxemburgo, Brasil) com grande aceitação e brio, são a prova da sua qualidade, que muito honra não só a Freguesia, o Concelho e o Distrito mas também o País. Esta colectividade tem desenvolvido um trabalho louvável em prol da juventude e da população em geral, não só da freguesia mas também das localidades vizinhas, ocupando e valorizando os tempos livres dos jovens, promovendo vários Estágios e Masterclasses; renovando e valorizando constantemente o repertório da Banda e Banda Juvenil; apurando o nível artístico dos seus elementos e sensibilizando as populações para o trabalho meritório e esforçado deste tipo de colectividades.

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Ca(o)ntos e Reca(o)ntos de Água – 9 de janeiro a 9 de fevereiro

Iniciativa decorre de 9 de janeiro a 9 de fevereiro

No âmbito do Projeto 5 Municípios 5 Culturas 5 Sentidos, Programação Cultural em Rede, que envolve os municípios de Águeda, Idanha a Nova, Lousã, Óbidos e São Pedro do Sul,
a iniciativa 1 do Programa – Animação de Centros Urbanos – para o ano de 2019, será subordinada ao tema da Água e decorre de 9 de janeiro a 9 de fevereiro.
Na Lousã, esta iniciativa decorrerá sob o tema Ca(o)ntos e Reca(o)ntos de Água, com início a 12 de janeiro, havendo lugar a um conjunto diversificado de atividades em torno da água, ao longo de 5 semanas, culminando com mais um Desafio ao Frio, a 9 de fevereiro.
No dia 12 de janeiro, no próximo sábado, esta atividade iniciar-se-á com a concentração dos participantes junto à Biblioteca Municipal Comendador Montenegro, pelas 15h.
A partir daí acontecerá o “Passeio pelas Fontes da Vila / Reca(o)ntos de Água – Projeto 5 Municípios 5 Culturas 5 Sentidos – 5 Fontes”, trajeto temático pelo casco histórico da vila (uma fonte por cada município da rede). Ao longo deste percurso, de que resultará um roteiro histórico-cultural, serão contadas histórias relacionadas com a longevidade destes locais e do próprio casco urbano antigo, havendo lugar à Instalação Sonora – Água da Fonte Seca, da autoria de Luís Antero, na Fonte de Fundo da Vila. Estima-se o fim da atividade cerca das 17h.
Outras atividades associadas acontecerão ainda nos fins de semana seguintes, nomeadamente a 19 de janeiro – Sábado Cultural, na Biblioteca Municipal Comendador Montenegro (música, literatura e contos de água), a 25 de janeiro – A Água e o Azeite, a 2 de fevereiro – Brincar e aprender em torno da Água, Oficina de Segurança, culminando a 9 de fevereiro com o Desafio ao Frio, que será um espetáculo multissensorial “Ca(o)ntos de Água”, e que terá lugar no centro histórico da Vila da Lousã, no Largo da Viscondessa do Espinhal.

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E SE 15 – Esperamos que em 2019 seja ano de REALIZAR

Durante os anos de 2017 e 2018 andamos pela região de Coimbra e assinalamos muitas situações que precisam de atenção. Registamos que, em muitas delas, nada aconteceu, nada melhorou. Noutras, a situação até piorou. Na economia e nas empresas, Coimbra continua a marcar passo. A mentirola do aeroporto internacional passou sem consequências. O descalabro dos transportes continua: Coimbra, uma cidade universitária, vive com uma vergonha que é a sua estação de comboio. O iParque continua adiado. A cultura continua uma promessa. Um pouco por todo o lado se verifica a falta de estratégia. A vergonha que foi o processo da nova maternidade mostra que Coimbra é inconsequente. Discute, envolve-se em polémicas, mas não realiza.
Para 2019, em todas estas áreas, desejamos mais realização e mais estratégia. Pode ser?

“E se…” deseja a todos um excelente 2019.

“Vamos Aquecer Coimbra” – Associação Integrar

“Vamos Aquecer Coimbra” é a campanha anual da Associação Integrar que está, uma vez mais, a decorrer até 28 de Fevereiro.

Cobertores, roupa quente, cevada e copos de plástico para distribuir à população carenciada são alguns dos bens necessários para fazer frente a esta época mais fria e difícil de ultrapassar para quem vive na rua ou em condições precárias.

Esta iniciativa da Integrar, que se realiza há já 10 anos, tem tido um saldo muito positivo, sendo que na edição anterior (em 2017/2018), foram doados 167 cobertores, 239 agasalhos, 551 copos de plástico e 105 unidades de cevada.

Os donativos podem ser entregues na sede da Integrar, na rua do Teodoro n.º1; no CAIS (Centro de Acolhimento e Inserção Social), na rua do Brasil; na Casa Aninhas, na praça de 08 de Maio, ou no centro comercial Atrium Solum.

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Concertos de Advento “Trégua de Natal”

Concertos de Advento “Trégua de Natal” – Igreja Matriz da Lousã. Coro Misto da Sociedade Filarmónica Lousanense, dirigido pelo maestro Avelino Correia.

A Câmara Municipal da Lousã, no âmbito do Projeto 5 Municípios, 5 Culturas, 5 Sentidos, promoveu, ao longo do Advento, um conjunto de concertos, que tiveram lugar nas quatro Freguesias do Concelho.

Sob a designação “ Trégua de Natal”, este conjunto de concertos resulta do trabalho realizado, em regime de Residência Artística, pelas Associação Filarmónica Serpinense, Sociedade Filarmónica Lousanense, Orquestra Ligeira da Associação Recreativa Cultural e Social das Gândaras e Coro Misto da Sociedade Filarmónica Lousanense, de preparação de um reportório para uma apresentação que permita divulgar e valorizar, em todo o Concelho, o trabalho realizado pelas associações em prol da aprendizagem da música e educação de públicos, e que potencie também o trabalho colaborativo e a partilha de experiências dos diferentes grupos e artistas.

Com as Residências Artísticas “Trégua de Natal” evoca-se um episódio da 1ª Grande Guerra, em que os soldados, em 24 de dezembro de 1914, saíram das trincheiras e celebraram em conjunto o Natal, fazendo uma trégua de paz. No ano em que se assinala o centenário do fim deste conflito, este episódio foi mote para este trabalho conjunto das diferentes associações, simbolicamente desafiadas a sair das suas trincheiras, e a anunciar, pelo trabalho conjunto, o advento de um tempo que se deseja, globalmente, de cooperação e de paz.

21 de dezembro 2018

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Rockluso – Brava Dança dos Heróis

Rockluso – Brava Dança dos Heróis

Autoria Musical – Pedro Ayres Magalhães, Carlos Maria Trindade ( Heróis do Mar)

Realização e Edição – Nuno Portugal

Produção Musical – Toni Lourenço – Marco Costa – Music Light Elementos ( ROCKLUSO )

Guilherme Castanheira – Voz

Mário Veras – Baixo

João Paulo Castanheira – Guitarra

José Leal – saxofone