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Vídeo da Red Bull na Serra da Lousã

Serra da Lousã em filme publicitário da Red Bull
O vídeo mostra um duelo entre o piloto de ralis Dani Sordo, da Hyundai, e o

“byker” Andreu Lacondeguy.

A Red Bull gravou um novo vídeo promocional, que teve como palco a Serra da Lousã.
A Serra da Lousã e o Louzanpark, locais de culto do desporto aventura, acolheram a gravação o "Fast Encounter", uma corrida entre Dani Sordo (piloto da Hyundai Motorsport) e Andreu Lacondeguy (atleta de freeride mountain bike) desportistas patrocinados pela Red Bull Motorsports.
O espetacular vídeo promocional da Red Bull, está disponível em todas as plataformas digitais das marcas envolvidas e a ter um impacto mundial, tendo-se tornado “viral”.
Luís Antunes, Presidente da Câmara Municipal, referiu que “Este é mais um importante momento de promoção do Concelho, que terá um impacto mundial e que associação da “marca” Lousã a outras marcas de referência, dará ainda mais amplitude à promoção deste
destino de excelência para o desporto aventura.”
O Autarca destacou ainda que “desde que nos foi lançado o repto pela Red Bull Portugal, trabalhámos, em parceria com o Montanha Clube, para corresponder da melhor forma às solicitações inerentes às realizações das filmagens no Concelho e temos fundadas expetativas em relação ao alcance que os vídeos produzidos terão.”
As filmagens tiveram lugar em maio, tendo a Câmara Municipal e o Montanha Clube apoiado esta iniciativa, criando as condições adequadas para a produção.

O HUMOR E A PIADA

O HUMOR E A PIADA

O humor era um individuo com amor próprio.
Muito cheio do seu nariz. Não era nada óbvio,
tinha um irresistível “je ne sais pas quoi” 
que atraía as pessoas, vestia bem, era popular
e falava a linguagem que soava bem ao ouvido
das pessoas.
Tinha facilidade em criar inimigos,
porque era uma forma de cultura independente,
indomável e muito assertiva.

Amigos também os tinha, indefectíveis,
mas, à medida que cresciam,
afastavam-se e deixavam de compreender
a idiossincrasia do humor: teimava em ser independente, em não se vender, em não ter linha editorial,
em ser livre, em dizer o que lhe desse na real gana
e, imaginem, em não gostar de fazer parte de pequenos, nem de grandes, grupos.
O humor era chato de tão casmurro que era.

De repente, a populaça descobre a piada.
Uma mulher vistosa, muito agradável e consensual
(esse conceito está na ordem do dia – ehehe).
O que diz agrada de imediato e a sua forma de ser
é muito fresca. Conheceu o humor e de imediato o matou: sem namoro, nem sexo, nem nada… morte a frio.
Não porque não gostasse dele. Ou porque
tivesse alguma coisa contra ele. Mas irritava-a solenemente a forma como ele dizia as coisas,
com frases nada óbvias, com indirectas e com inteligência que obrigava a reflectir.
Não.
Este ofício tinha de ser de entendimento fácil, sorriso imediato e gargalhada repentina.
No final não podia ficar nada,
porque rir é só isso, um momento.
Matou o humor e fez com que desaparecesse,
para não restar nem um leve vestígio da sua existência.

Este mundo, dominado pela piada, não faz a menor ideia do que foi o humor, para que serviu
e qual era o seu modo de vida.

O humor perdeu.

Perdemos todos.

Texto da responsabilidade do Senhor Ministro da Informação e Instrução do governo sombra – Movimento Humor.
Desenho do ministro sem pasta José Gomes43537998_886356628223604_4520484496725770240_n

TERRAS da CHANFANA…Uma Marca que nos Une!

OTE ATÉ 16 DE SETEMBRO – 760 10 70 06. VAMOS SER UMA DAS 7 MARAVILHAS DE PORTUGAL À MESA!

No próximo dia 16 de setembro, terá lugar a Gala Final onde serão eleitas as 7 mesas que vão ostentar o galardão 7 Maravilhas de Portugal à Mesa.

A Mesa Terras da Chanfana é uma das finalistas. Apelamos ao seu voto, através de chamada telefónica para o 760 10 70 06 (custo da chamada 0,60€ + IVA). Vamos eleger a Mesa das Terras da Chanfana.

Uma mesa que oferece qualidade e distinção e através dos seus patrimónios gastronómicos, turísticos e ambientais faz a afirmação de um território de excepção conferindo-lhe visibilidade e demonstrando o seu potencial, com a convicção de que ao promover os concelhos de Lousã, Miranda do Corvo, Penela e Vila Nova de Poiares estamos a promover toda a região de forma ampla e a beneficiar toda a acção dos agentes económicos, sociais e culturais locais.

Mais do que um Concurso uma Marca Territorial que une os concelhos de Lousã | Miranda do Corvo | Penela | Vila Nova de Poiares.

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Exposição de Fotografia “Fragmentos”

Terá lugar, no dia 15 de setembro, às 17h, no Museu Municipal Prof. Álvaro Viana de Lemos, a inauguração da exposição de fotografia “Fragmentos”, de Luís Garção Nunes, seguida de um momento musical acústico e um Beirão d’Honra.

Esta exposição apresenta uma seleção das melhores imagens que o fotógrafo captou num universo de vários disparos, pelos vários locais que percorreu, visitou e sentiu. Cada uma das fotografias expostas são momentos “guardados”, bem como histórias contadas por quem as viu e para quem as vai ver.

(…) “ toda a fotografia tem “uma história”, e esta muitas vezes multiplica-se em várias outras, … aquilo que cada um vê, não é mais do que um sentir do momento…. o “meu ver” do momento pode ser ou não o mesmo de qualquer outra pessoa nesse mesmo instante (…)” ,   escreve Luis Garção Nunes.

Luis Garção Nunes, natural de Abrantes, começou nos anos setenta a manifestar interesse pela fotografia. Como músico, é um dos elementos da banda da Brigada Victor Jara, percorreu vários locais do país e estrangeiro tentando sempre “guardar” momentos. Momentos esses expostos em várias exposições quer individuais quer coletivas, realizadas um pouco por todo o país.

Uma exposição a não perder, até ao dia 12 de outubro, de segunda a sexta feira, das 9h às 12h30 e das 14h às 17h30 e aos fins-de-semana e feriados das 9h30 às 13h e das 14h às 17h30.

fragmentos

“InSomnio – entre o sono e o sonho” na Lousã

ESPETÁCULO TEM LUGAR NO DIA 15 DE SETEMBRO, PELAS 21H, NO PARQUE CARLOS REIS.

A Lousã acolhe, no próximo dia 15 de setembro, sábado, pelas 21h, no Parque Carlos Reis, o espetáculo “InSomnio – entre o sono e o sonho”.

Este espetáculo da companhia “Teatro do Mar”, que integra o programa “Coimbra Região de Cultura”, tem como ponto de partida o tema da insónia e, numa cama gigante, junta teatro físico, acrobacia aérea, vídeo e música.

É um espetáculo multidisciplinar sobre o sono e o sonho que mistura teatro físico, acrobacia aérea, vídeo e música original, com uma estrutura cénica alusiva a uma cama gigante, dotada de mecanismos e diferentes planos de ação.

Em “InSomnio”, os temas do sono e do sonho são interpretados com apoio de estudos da neurociência e da filosofia, entre outros.

Com paisagens de silêncio e plenitude, é uma busca de reconhecimento e equilíbrio entre o corpo e o espírito, o peso e a leveza, a escuridão e a luz, o esquecimento e a memória. Um espetáculo sobre a exposição da imensa beleza da fragilidade humana e a efemeridade da existência.

O espetáculo promove um cruzamento entre o que a ciência consegue revelar com um lugar metafísico, suprassensível, que aproxima da natureza primordial do ser.

O conceito e a direção artística são da responsabilidade de Julieta Aurora Santos, cabendo a interpretação a Carlos Campos, Luís João Mosteias, Sandra Santos e Sérgio Santos.

ENCONTRO INTERNACIONAL DE JOVENS MÚSICOS – Curia

ENCONTRO INTERNACIONAL DE JOVENS MÚSICOS
Dia 25 de Agosto.
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Itzel Ramos Trio
Itzel Ramos, Pianista e compositora mexicana nascida em Guadalajara, Jalisco, México. Começa os estudos musicais em Tijuana no ano de 2012. Decide ir a Barcelona para estudar com o pianista Jaume Vilaseca. Atualmente ferquenta a licenciatura no Conservatori Superior de Música del Liceu com o professor Marco Mezquida. O seu estilo é essencialmente influenciado pelos artistas de vanguarda Esbjörn Svensson, Michel Petrucciani, Tomasz Stanko e Brad Mehldau.
Eloi Raso, baixo eléctrico, de Barcelona, Espanha e João Gil, bateria, de Figueiró dos Vinhos, Leiria, Portugal. Este último fez a licenciatura em instrumentista de Jazz, especialidade bateria, na ESML e frequentou Erasmus em Barcelona no ano letivo 2017/2018.

O grupo nasceu no Conservatori del Liceu no ano de 2017. O repertório é composto por originais, standards de jazz e de pop.

APOIO: COIMBRA CANAL

jovens musicos

“Pedro e Inês”, de António Ferreira – antestreia a 14 de outubro

O realizador António Ferreira apresenta em outubro a sua nova longa-metragem, “Pedro e Inês”, um filme que faz ressoar o “Romeu e Julieta português” em três tempos distintos – passado, presente e futuro.

O filme, que adapta o romance de Rosa Lobato Faria “A Trança de Inês”, conta com antestreia a 14 de outubro, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, concelho onde a maioria da obra foi rodada.

Inspirado na lenda de Pedro e Inês, o filme conta a história de Pedro, um homem internado num hospital psiquiátrico por viajar de carro com o cadáver da sua amada Inês, que recorda simultaneamente as vidas de Pedro de Portugal na idade média, Pedro Bravo no presente e Pedro Rey num futuro distópico.

 

“…este caos que vai na minha cabeça e que tantas vezes me faz confundir o tempo com o tempo com o tempo. Viajo entre o ser e não ser, entre estar e não estar e isso, deixa-me cansado, confuso, incerto. Não tenho passado nem futuro, só tenho presente e penso que essa é a minha doença.” em A Trança de Inês de Rosa Lobato de Faria

“São três histórias em três tempos diferentes, cada uma com um princípio, um meio e um fim, mas que se vão contando umas às outras”, com cenas no passado, presente e futuro a sucederem-se e a “preencherem os buracos das outras histórias”, disse à agência Lusa António Ferreira, realizador de Coimbra a residir no Brasil.

Apesar de serem três histórias distintas, “fica a sensação de que é tudo uma”, resumiu.

Entre outros, o elenco do filme é composto pelos atores Diogo Amaral (Pedro), Joana de Verona (Inês), Vera Kolodzig (Constança), Custódia Gallego (Beatriz), Cristóvão Campos (Estevão), João Lagarto (Afonso) e Miguel Borges (Pero Coelho).

A ideia de adaptar o romance de Rosa Lobato Faria já surgiu há vários anos, quando entrou em contacto com o livro, mas só agora foi materializada devido à demora em conseguir financiamento.

“Achei que dava um filme espetacular. É uma abordagem inovadora. Não é um filme histórico, mas uma releitura total do tema, com uma estrutura narrativa contada em vários tempos”, explicou, considerando que o romance é uma “forma fresca de se falar de um tema sobejamente conhecido e até chato”, ainda para mais para uma pessoa de Coimbra, palco histórico do romance: “Já não podia mais com o Pedro e Inês”.

Segundo António Ferreira, “é um filme muito ambicioso, do ponto de vista de produção” – com coprodução de três países (Brasil, França e Portugal) -, dispendioso e que contou com “um milhar de figurantes em Coimbra e com ‘décors’ muito difíceis”.

“Filmar a Idade Média sem muito dinheiro é um desafio. Mesmo com um orçamento modesto, conseguimos fazer um filme exuberante que não fica a dever nada a um grande filme”, vincou.

Em termos estéticos, o realizador optou por usar o mesmo tipo de olhar e movimento de câmara para os diferentes tempos, deixando de parte a ideia de usar uma espécie de coloração diferente para cada época.

O projeto que começou a ser desenhado há dez anos vê agora a luz do dia em outubro.

Depois da antestreia em Coimbra, o filme vai ser exibido em salas de cinema de todo o país, a partir de 18 de outubro.

Para fevereiro de 2019, já está programada a estreia do filme para o Brasil, com a equipa a assumir o objetivo de internacionalizar a história de Pedro e Inês, o “Romeu e Julieta português”.